05/04/2010 09:04

As igrejas têm um gosto às vezes exagerado pelo dinheiro.
Não fosse o próprio Cristo ter expulsado os vendilhões do templo, quem poderia condená-las?
É claro que todas devem ter justificativas decentes para conviver com os altos giros financeiros ligados à prática religiosa. Os Padres Fábio Melo e Marcelo Rossi faturam mais que muitos concorrentes pagãos; Edir Macedo construiu um império de comunicação, e os exemplos são muitos.
Longe de criticar a prática cristã-capitalista (até porque, se Deus está vendo tudo isso e não faz nada, quem sou eu?) venho oferecer uma idéia que tive durante a última Páscoa.
Os símbolos e mensagens estão tão dissociados que pouca gente consegue entender o que tem a ver um ovo de chocolate com a ressurreição de Cristo. E o coelho, como se encaixa nessa trama? Coelhos não botam ovos!
Foi aí que pensei: Por que não fazem um Jesus de chocolate? A imagem pode ser vendida em separado ou vir dentro de um ovo.
E o melhor da idéia, as indústrias de chocolate deveriam pagar royalties às igrejas pelo uso da imagem sagrada.
E o aspecto supremo da sugestão: as imagens poderiam ser consagradas na fábrica e quando alguém comesse uma delas estaria comungando. Com a vantagem de ter um alimento mais nutritivo que aquela pastilha de farinha com água.
É ou não é uma boa idéia?
Os judeus viraram as costas para o judeu Jesus de Nazaré e os romanos temerosos na hipótese de perder o reinado para um judeu chamou os sacerdotes da Judeia para sabatinar o Jesus de Nazaré. Enfim os sacerdotes o mandaram para o prefeito romano Pilatos que vendo a situação preta para eles lavou as mãos com desinfetante da terra. Restava uma saída ir a plateia que curtia crucificações e pedi que escolhesse para ser solto um dos que iria ser crucificado. Um era Jesus de Barrabás assassino de fé e o outro o revolucionário e socialista Jesus de Nazaré, (deixa explicar, era super comum um ladrão, assassino ir para a crucificação), aquela prática com requinte de crueldade, que tacava uns preguinhos na pessoa e colocava no pau a sol e chuva. Na sangria. Depois vem a velha da foice e leva na morte. O povo soberano diante da tradição mandou solta o assassino. Lá foi o revolucionário que trazia novas as tradições judaícas da época e falava de novos conceitos sobre a civilização romana. Falava até que existia somente um Deus! Mas também falava de impostos, de divisão de classe. Mexia com o poder! Foi crucificado. Passou os séculos não sabemos bem as datas, para fazer frente ao absolutismo do Rei e os súditos permanecerem ao mesmo tempo subservientes, criou-se o Estado Eclesiástico. Sarcedotal. Venderam muitos castelos no céu a mão direito do Deus e da Virgem mulher do Deus e dizeram para o povo segue Jesus, o Nazareno. Pôxa crucificaram o homem para depois adorá-lo, e com isso criou-se um novo e gigantesco comércio - o Estado Forte do Vaticano! Vendendo casinhas depois da morte, e santinhos em vida. Como se criou santos... PODEM PECAR O PADRE PERDOA EM NOME DE DEUS! e a pedofilia onde fica? Não fica se pratica Amém! Mas passando o tempo juntou-se tantas coisas da Rússia veio parte da páscoa, que já tinha um pé no judaísmo tradicional antes da morte do socialista. Misturou-se tudo e ficou na Páscoa o lucro sobre a fé, sobre o Cristo (judeu assassinado pelos Judeus e Romanos), e a turma da boa boca agradece!
Adorei seu novo blog companheiro Gueminho. Sempre com muito humor parabéns. Continue assim você é referência nas artes em JF. Qualquer dia passo para vc uma de minhas poesias. Nessa cidade cheia de corruptos de carteirinhas e de última hora sobra espaço para a poesia. E apesar das cartas marcadas eu consegui ganhar uma medalha e um certificado de honra ao mérito. Mas poemas não são medidos por medalhas são sentidos. Quero vê-lo nos palcos parte de sua alma. Abraços!
Vendo as coisas que acontecem no mundo de um modo geral, as que leio e ouço, talvez Jesus Cristo não foi muito inteligente , deveria ter explodido o mundo e pronto tudo consumado;era mais fácil, mas não, Ele escolheu o caminho mais difícil, porém o mais dígno, o do amor incondicional, da caridade, do perdão,pra salvar a humanidade, que de humana não tem quase nada.Será que somos merecedores de um ato tão sublime? PS: Acho que se fosse pra matar a fome de um dos seus pequeninos Ele não importaria de ser chocolate.
"galera vô ali comer jesus e já volto" "putz jesus me deu uma puta dor de barriga"